Novo site!

Olá amigos do GearHeadBanger!

Estamos nos transferindo para um servidor próprio!
O novo site nos permitirá trazer melhorias, mas os nossos textos continuam os mesmos com a nossa seleção de pautas sobre cultura automotiva, automobilismo e explicações técnicas.

Nosso novo endereço é: http://gearheadbanger.com/

Comentem lá (agora com intense debate) o que acharam!
Sugestões são sempre bem vindas. Envie um e-mail para: gearheadbanger@gmail.com

Um Abraço!

GearHeadBanger

Glória Imortal

O Barão, a direita, com seu eterno bigode, junto de Eloy Gogliano e da taça das Mil Milhas.

O Barão, a direita, com seu eterno bigode, junto de Eloy Gogliano e da taça das Mil Milhas.

Hoje faleceu, aos 92 anos, o grande Wilson Fittipaldi, o Barão, uma das pessoas mais importantes do automobilismo e jornalismo brasileiros.
São inúmeras suas contribuições para o esporte, como a narração da corrida com a primeira participação de um brasileiro, o também finado Chico Landi, no circuito de Bari, na era pré Fórmula 1, em 1948. Também foi dele a ideia da lendária Mil Milhas Brasileiras, inspiradas na Mille Miglia italiana que ele assistiu em 1949.
O patrono da família Fittipaldi colocou seus dois filhos para correr, abrindo as portas para os volantes tupiniquins mostrarem seu talento ao mundo. Emerson foi nosso primeiro campeão, e soubemos disso pela narração inesquecível do Barão pela rádio Panamericana, em 1972.
Suas realizações foram tantas que merecem um livro, que mesclaria sua história com a do automobilismo, pois sem ele as coisas seriam bem diferentes por aqui.
Nunca o esqueceremos, e sempre lhe agradeceremos. Sua glória será imortal.
Obrigado por tudo Barão. Hoje choramos, mas por lembrarmos de todas as alegrias que nos trouxe.

Da Ferrugem ao Cromo

Up Custons - Geral

Não me lembro de ter tanta dificuldade para escrever um texto desde os posts sobre o McLaren F1. Às vezes, temos pouca informação para um texto e, às vezes, temos tanta, que fica difícil transcrever com o devido respeito as ideias para o GearHeadBanger. No caso do F1, foram quase 20 anos estudando o carro. Na nossa visita à Up Customs em São Caetano são décadas e décadas de paixão automotiva que são transmitidas ao aço por mãos mágicas que formam e reformam sonhos perdidos, mas não esquecidos.
Em uma ensolarada manhã de sábado, fizemos uma visita guiada por um galpão que deixa qualquer gearhead maluco: Mercurys, Dodges, Opalas, Mavericks… Muitas histórias boas foram contadas pelos simpáticos e solícitos Carlos, dono da Up, e pelo Sr. Aguiar, que tem uma experiência de dar inveja a qualquer um, começando pela modelagem do Willys Interlagos conversível, passando pelo Dart e Charger nacionais e até o Rossin Betin Vorax.
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Entre Ases e Reis no Velocult

SAMSUNG

Coloque para tocar o Hino das Mil Milhas Brasileiras aí, porque vamos voltar no tempo!
O Velocult 2013 expõe carros clássicos, troféus, capacetes e outros itens da época de ouro do automobilismo brasileiro.

A exposição começou no dia 25 de fevereiro e termina em 18 de março, no Conjunto Nacional. Entre as joias estão: a Alfa Romeo, da equipe Jolly; o Willys Interlagos 22, de Bird Clemente; Alpine A110, de Chico Lameirão; Maverick-Berta, da Equipe Hollywood, e se você ainda não se convenceu a sair de casa, também está lá a Carretera amarela 18, de Camillo Christófaro e Eduardo Celidônio, que cruzou a linha de chegada em primeiro lugar em 1966, na mais fantástica prova do automobilismo brasileiro, a VIII Mil Milhas Brasileiras!
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Tratores, Touros, Supercarros e 2 Italianos Cabeçudos

GHB Exp

Em 20 de fevereiro de 1993, há exatos 20 anos e um dia, morria Ferruccio Elio Arturo Lamborghini aos 76 anos (acho que já comecei um post assim…). Assim como seu “arqui-inimigo”, Enzo Ferrari, teve extrema importância para o mundo dos supercarros esportivos.

Ferruccio nasceu na pequena cidade de Cento, na Itália, em 1916, filho de viticultores, ou fabricantes de vinho, para simplificar. Logo no início, desenvolveu gosto pela mecânica e foi estudar no instituto técnico Fratelli Taddia. Com o início da Segunda Guerra, se juntou a Regia Aeronautica, a força aérea italiana, para trabalhar como mecânico na ilha grega, na época italiana, de Rodes. Sim, a mesma do Colosso de Rodes e da mitologia.
Assim como Enzo, Ferruccio ajudou os fascistas, mas não vamos discutir se estava certo ou errado nisso.
Em 1945, quando os britânicos tomaram a ilha, foi feito prisioneiro de guerra e despachado depois de um ano de volta para casa.
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